Se você acorda com um sobressalto, pode estar sofrendo de espasmo hípnico. Saiba o que são os espasmos hípnicos e como pode evitá-lo
Por Redação Costa Rica
Você acorda com um susto durante a noite, sente que seu corpo está em choque? Ou mais, você “pula” durante a noite? Você pode sofrer de Espasmo Hípnico, saiba o que é.
Um número muito grande da população já teve ou tem espasmo hípnico e, apesar de não ser considerado uma doença, ele pode estar relacionado a má qualidade de vida ou do sono. Um espasmo é uma contração muscular involuntária – ou seja, acontece sem programação e de forma inconsciente. Outro termo usado é o "puxão mioclônico", esse termo faz referência a Mioclonia, que são contrações involuntárias do músculo ou de um grupo de músculo.
O espasmo hípnico é a sensação de queda – ou qualquer outra sensação semelhante – que nos faz acordar subitamente enquanto dormimos. Por enquanto, ele ainda é um mistério para a maioria dos estudiosos do sono e, para explica-lo, só existem teorias. Sabe-se, de fato, que mais de 70% da população sofre com esses espasmos durante a noite.
Por que os espasmos hípnicos acontecem?
Os espasmos musculares, independentes de sua ligação com o sono, são reações e alertas do corpo. Os espasmos comuns se dão devidos a estímulos ligados ao estresse, ansiedade e nervosismo. Podem ser ainda, devido a falta de alguns nutrientes tais como magnésio, ferro e cálcio.
Pesquisas indicam que para dormir bem é necessário seguir uma série de regras básicas e elas incluem exercícios físicos constantes, ingestão de nutrientes saudáveis e uma carga horária de sono satisfatória. As teorias apontam para dois lados: o espasmo é causado por ansiedade e inquietação antes de dormir, ou ainda, o corpo entra em estado de relaxamento, mas a mente ainda está ativa fazendo com que o cérebro te desperte para “regular” mente e corpo antes da fase REM do sono.
A outra teoria aponta para níveis de nutrientes mais baixos do que deveriam, nutrientes estes, que estão ligados com a qualidade do sono.
O
espasmo hípnico não é considerado um distúrbio do sono, porém, deve ser analisado com cuidado, pois, em constância pode alertar para algo maior. Alimentação regulada,
cama adequada, ausência de tabaco e álcool e prática de exercícios podem contribuir para um sono muito melhor.